10/05/2017 14:04 - Atualizado em 17/05/2017 11:37

13 anos nas costas: cotidiano, amor, boêmia e Academia da Berlinda

Terceiro disco “Nada Sem Ela” reflete amadurecimento da banda; Otto, Lia de Itamaracá, Fabio Trummer, Lula Lira e Rapha B estão presentes no trabalho

Redação
Guitar Talks
Academia da Berlinda - Foto: divulgação

Quando eu ainda era teen, um dos maiores músicos de nossa história recente havia nos deixado. O legado de Chico Science ainda persiste no Brasil e em especial em Pernambuco. Muito mais do que sonoramente, o que ele deixou foi uma filosofia de vida.

Esse lance de mescla musical influenciou muita gente, como a Academia da Berlinda, que nasceu há um pouco mais de 13 anos. No ano passado eles lançaram o terceiro disco da carreira, “Nada Sem Ela”.

Com participações de Otto, Lia de Itamaracá, Fabio Trummer, Lula Lira e Rapha B, o título do novo trabalho da Academia da Berlinda sugere múltiplas interpretações: “Ela” pode ser uma entidade, a natureza, uma figura feminina, uma estrela... Ou o que mais a imaginação pedir.

Com influências de gêneros latino-americanos e brasileiros que acompanham o grupo desde sua criação, o disco apresenta um amadurecimento nos arranjos e nos experimentos musicais. A guitarra ganhou protagonismo e abriu um espaço amplo para os efeitos eletrônicos.

Formada por Alexandre Urêa (voz e timbales), Tiné (voz e maracas), Tom Rocha (bateria e percussão), Yuri Rabid (baixo e voz), Gabriel Melo (guitarra), Hugo Gila (teclados e synth) e Irandê Naguê (percussão e bateria), Academia da Berlinda músicos que já se conheciam em Olinda e da participação em outros grupos de renome no estado e no país, como Nação Zumbi, Orquestra Contemporânea de Olinda, e Eddie. 

Na bagagem eles somam, além de “Nada Sem Ela”, o disco homônimo de estreia (lançado em 2007) e “Olindance” (2011).

Ouça:“Nada Sem Ela”:

“Olindance”: 

E “Academia da Berlinda”:

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