21/06/2017 10:41 - Atualizado em 23/06/2017 12:57

Paradise Sessions traz ar jamaicano com outros elementos em "Universo Sem Fim"

Segundo disco do grupo foi produzido por Lucas Silveira, vocalista do Fresno, e mixado pelo baterista do Planet Hemp, Pedro Garcia

Felipe Madureira
Guitar Talks
Paradise Sessions - Foto: Rafael Rocha

Caio Zanin (baixo/vocais), Fabrício Camozzato (guitarra/vocais), Lucas Goulart (guitarra/vocais) e Lucas Brunnet (teclados/synths) trouxeram praticamente a Jamaica para o sul do Brasil. Isto porque o Paradise Sessions acaba de lançar o segundo disco da carreira, um EP totalmente em português.

O sucessor de “Cubo” (este cantado em inglês) tem um título enigmático: “Universo Sem Fim”. Não sei o significado, mas dá pra ver que se for fazer uma ponte com a música faz total sentido. Falando do “universo sem fim” de estilos musicais vindos da ilha caribenha, o quarteto dá uma mostra de como a Jamaica é rica culturalmente.

É de lá que vem o caldeirão sonoro que permeia o segundo álbum do grupo, que foi produzido por Lucas Silveira, vocalista do Fresno, e mixado pelo baterista do Planet Hemp, Pedro Garcia. “Universo Sem Fim” vem leve e despretensioso, diferente do debut, denso por si só.

O EP é divertido e apresenta um som original de reggae, rock, ska e dub. As letras poéticas, compostas pelos quatro integrantes do grupo, incentivam o bom pensamento, as atitudes positivas e versam sobre a experiência humana e o universo das relações interpessoais, seus conflitos e prazeres. 

Paradise Sessions tem influências de bandas como Sticky Fingers, Sublime, NOFX e nesse EP também se inspirou em artistas nacionais como Forfun, Natiruts, Criolo, Charlie Brown Jr.e Los Hermanos. 

Ouça “Universo Sem Fim”:

E “Cubo”:

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